quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Princesa Espertalhona
Amanhã pelas 14h decorrerá no Centro de Catequese e Cultura a "peça" princesa espertalhona
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Figuras importantes Ligadas à Ribeira Chã
D. Manuel Alvares da Costa – Bispo que autorizou a construção da Ermida da Ribeira Chã em 1724.
D. José Pegado de Azevedo – Bispo que fez uma visita pastoral à Ribeira Chã em 1811 e rezou missa na Ermida de Nossa Senhora da Ajuda.
Padre Luciano de Medeiros – Responsável pela construção da Antiga Igreja da Ribeira Chã dedicada a S. José e iniciada em 1853.
Dona Ana Emília – Primeira professora da Ribeira Chã, assumindo o cargo no ano de 1879. Era natural da referida freguesia, que na época não passava de um simples lugar da freguesia de Água de Pau.
Dr. Félix Borges de Medeiros – Governador Civil que doou à Ermida de S. José da Ribeira Chã, a imagem de S. José que pertencia, ao extinto Convento de Nossa Senhora da Conceição de Ponta Delgada.
Padre António Francisco Melo – Capelão da Ribeira Chã entre 1890 e 1896, a expensas do Sr. Marquês da Praia e Monforte. Conhecido como o sacerdote poeta, devido às inúmeras obras de poesia que escreveu e publicou. A sua acção pastoral na Ribeira Chã, foi de grande valor. Faleceu em 1947 no Brasil.
Padre João Ribeiro de Lima – Capelão da Ribeira Chã e foi igualmente o primeiro Cura, a partir de 30 de Agosto de 1902. Foi na sua época que foi construída a torre sineira da Antiga Igreja, o cemitério, passaram a realizar-se baptizados na Ribeira Chã.
Manuel Clemente de Almeida – Figura de relevo da Ribeira Chã, tendo sido o primeiro sacristão da Igreja depois da criação do curato, foi o primeiro Regedor da Ribeira Chã após a criação da freguesia em 1966.
Maria dos Anjos Melo – Pessoa de grandes talentos, catequista, dirigente do grupo coral, do peditório para as almas purgatório e do ensaio de peças de teatro. Viveu nos EUA até aos 20 anos e por isso falava inglês na perfeição. Viveu entre 1900 e 1992.
Francisco José Silva Pacheco – Presidente da Câmara Municipal da Lagoa, que criou, em 1902 a Escola Régia Mista da Ribeira Chã.
Manuel Bernardino Medeiros – Presidente da Câmara Municipal da Lagoa que comprou o terreno para a construção da Escola da Ribeira Chã.
D. Guilherme Augusto da Cunha Guimarães – Bispo que visitou a Ribeira Chã em 1928 e crismou 170 cristãos.
Padre João Moniz de Melo – Vigário de Água de Pau e Cura da Ribeira Chã entre 1928 e 1934.
Padre José Luís Borges Vieira – Cura da Ribeira Chã de 1934 até 1956, dotou a Igreja de bons paramentos e publicou um livro de cânticos.
Francisco de Amaral Almeida – Presidente Câmara Municipal da Lagoa, que apresentou a planta do Edifício Escolar da Ribeira Chã.
José da Silva – Presidiu à cerimónia de inauguração do Edifício Escolar da Ribeira Chã.
D. Manuel Afonso de Carvalho – Bispo dos Açores que visitou por diversas vezes a Ribeira Chã.
Padre João Caetano Flores – Cura e Pároco da Ribeira Chã desde 1956 a 1998, responsável pela criação da Freguesia e pelo seu desenvolvimento. Construção da nova Igreja de S. José, instalação da luz eléctrica na freguesia, melhoramentos da rede viária, criação do núcleo museológico, etc.
João Mota Amaral – Presidente da Câmara Municipal da Lagoa que muito fez pela Ribeira Chã.
Read Teixeira – Arquitecto da Nova Igreja de S. José da Ribeira Chã.
Álvaro França – Autor do Sacrário da Igreja da Ribeira Chã.
Tomás Borba Vieira – Pintor e escultor açoriano, autor dos Painéis da Igreja de S. José da Ribeira Chã.
João Bosco da Mota Amaral – Político Açoriano e primeiro presidente do Governo Regional dos Açores, que visitou a Ribeira Chã e muito fez por ela.
D. José Pegado de Azevedo – Bispo que fez uma visita pastoral à Ribeira Chã em 1811 e rezou missa na Ermida de Nossa Senhora da Ajuda.
Padre Luciano de Medeiros – Responsável pela construção da Antiga Igreja da Ribeira Chã dedicada a S. José e iniciada em 1853.
Dona Ana Emília – Primeira professora da Ribeira Chã, assumindo o cargo no ano de 1879. Era natural da referida freguesia, que na época não passava de um simples lugar da freguesia de Água de Pau.
Dr. Félix Borges de Medeiros – Governador Civil que doou à Ermida de S. José da Ribeira Chã, a imagem de S. José que pertencia, ao extinto Convento de Nossa Senhora da Conceição de Ponta Delgada.
Padre António Francisco Melo – Capelão da Ribeira Chã entre 1890 e 1896, a expensas do Sr. Marquês da Praia e Monforte. Conhecido como o sacerdote poeta, devido às inúmeras obras de poesia que escreveu e publicou. A sua acção pastoral na Ribeira Chã, foi de grande valor. Faleceu em 1947 no Brasil.
Padre João Ribeiro de Lima – Capelão da Ribeira Chã e foi igualmente o primeiro Cura, a partir de 30 de Agosto de 1902. Foi na sua época que foi construída a torre sineira da Antiga Igreja, o cemitério, passaram a realizar-se baptizados na Ribeira Chã.
Manuel Clemente de Almeida – Figura de relevo da Ribeira Chã, tendo sido o primeiro sacristão da Igreja depois da criação do curato, foi o primeiro Regedor da Ribeira Chã após a criação da freguesia em 1966.
Maria dos Anjos Melo – Pessoa de grandes talentos, catequista, dirigente do grupo coral, do peditório para as almas purgatório e do ensaio de peças de teatro. Viveu nos EUA até aos 20 anos e por isso falava inglês na perfeição. Viveu entre 1900 e 1992.
Francisco José Silva Pacheco – Presidente da Câmara Municipal da Lagoa, que criou, em 1902 a Escola Régia Mista da Ribeira Chã.
Manuel Bernardino Medeiros – Presidente da Câmara Municipal da Lagoa que comprou o terreno para a construção da Escola da Ribeira Chã.
D. Guilherme Augusto da Cunha Guimarães – Bispo que visitou a Ribeira Chã em 1928 e crismou 170 cristãos.
Padre João Moniz de Melo – Vigário de Água de Pau e Cura da Ribeira Chã entre 1928 e 1934.
Padre José Luís Borges Vieira – Cura da Ribeira Chã de 1934 até 1956, dotou a Igreja de bons paramentos e publicou um livro de cânticos.
Francisco de Amaral Almeida – Presidente Câmara Municipal da Lagoa, que apresentou a planta do Edifício Escolar da Ribeira Chã.
José da Silva – Presidiu à cerimónia de inauguração do Edifício Escolar da Ribeira Chã.
D. Manuel Afonso de Carvalho – Bispo dos Açores que visitou por diversas vezes a Ribeira Chã.
Padre João Caetano Flores – Cura e Pároco da Ribeira Chã desde 1956 a 1998, responsável pela criação da Freguesia e pelo seu desenvolvimento. Construção da nova Igreja de S. José, instalação da luz eléctrica na freguesia, melhoramentos da rede viária, criação do núcleo museológico, etc.
João Mota Amaral – Presidente da Câmara Municipal da Lagoa que muito fez pela Ribeira Chã.
Read Teixeira – Arquitecto da Nova Igreja de S. José da Ribeira Chã.
Álvaro França – Autor do Sacrário da Igreja da Ribeira Chã.
Tomás Borba Vieira – Pintor e escultor açoriano, autor dos Painéis da Igreja de S. José da Ribeira Chã.
João Bosco da Mota Amaral – Político Açoriano e primeiro presidente do Governo Regional dos Açores, que visitou a Ribeira Chã e muito fez por ela.
Exposição de Pintura
terça-feira, 2 de junho de 2009
Exposição de Pintura
Vai ser inaugurada no próximo dia 10 de Junho pelas 16h30, uma exposição de Pintura da autoria de Inês Pastor, no Centro de Catequese e Cultura.
A exposição estará patente ao público até ao dia 21 de Junho.
Estará aberta ao público todos os dias entre as 18h30 e as 21h.
A exposição estará patente ao público até ao dia 21 de Junho.
Estará aberta ao público todos os dias entre as 18h30 e as 21h.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Benfeitores da Comunidade Paroquial da Ribeira Chã - Félix Borges de Medeiros
Félix Borges de Medeiros formou-se em direito em Coimbra, em 1841. Fixou residência no Porto onde foi advogado de boa reputação. Casou naquela cidade com Dona Ana Emília de Castro Silva, da casa dos viscondes de Santo António do Vale da Piedade (Castro e Silva).
Em 1851, por ocasião do movimento político que ficou denominado de Regenerador, de que o marechal Saldanha recebeu no Porto as honras triunfais, foi o Dr. Félix Borges de Medeiros nomeado Governador Civil do Distrito de Ponta Delgada, tomando posse no dia 25 de Julho desse ano. Não tinha tido antes, nem teve depois, outro cargo político.
Durante 17 anos exerceu o elevado cargo entre os seus conterrâneos, e com tal acerto que pode desmentir o ditado – “ninguém é profeta na sua terra”.
Deveu isto, em boa parte, a não se intrometer em lutas políticas. Deixava livremente debaterem-se os partidos em volta das urnas, limitando-se a fiscalizar a observância das leis e a manter a ordem. Um belo ideal de autoridade, que ninguém seguia nem seguiu. Foi toda administrativa a sua missão de governar, e neste ponto os vinte e três relatórios que dirigiu ao Governo e apresentou à Junta Geral em muitas sãs suas sessões, que existem publicadas, são o mais elogioso pregão das suas altas faculdades e zelos do interesse pelos progressos distritais. Os 17 de governo do Dr. Felix Borges foram aqueles em que mais se desenvolveu o Distrito de Ponta Delgada:
Fundou – se o Liceu.
Foi criada a repartição de obras públicas, que logo começou a tratar da viação e portos de Santa Iria e Capelas.
Estabeleceu-se a ligação a vapor entre Lisboa e os Açores.
Extinguiram-se os dízimos.
Aboliram-se os morgados.
Obteve-se a livre cultura e fabricação de tabaco, pensamento iniciado 40 anos antes pelo desembargador Vicente José Ferreira Cardoso.
Inauguram-se em Setembro de 1861 os trabalhos do Porto Artificial, um secular desejo dos micaelenses.
Multiplicaram-se as escolas primárias oficiais e municipais.
Começou a construção do antigo edifício balnear das Furnas.
Extinguiu com as masmorras que existiam nos baixos do Paço Municipal de Ponta Delgada.
Em nota de curiosidade, foi também o Dr. Felix Borges que ofereceu à Ribeira Chã no ano de 1853 a imagem de São José. Essa imagem pertencia ao extinto convento da Conceição, hoje Palácio da Conceição.
Em 1851, por ocasião do movimento político que ficou denominado de Regenerador, de que o marechal Saldanha recebeu no Porto as honras triunfais, foi o Dr. Félix Borges de Medeiros nomeado Governador Civil do Distrito de Ponta Delgada, tomando posse no dia 25 de Julho desse ano. Não tinha tido antes, nem teve depois, outro cargo político.
Durante 17 anos exerceu o elevado cargo entre os seus conterrâneos, e com tal acerto que pode desmentir o ditado – “ninguém é profeta na sua terra”.
Deveu isto, em boa parte, a não se intrometer em lutas políticas. Deixava livremente debaterem-se os partidos em volta das urnas, limitando-se a fiscalizar a observância das leis e a manter a ordem. Um belo ideal de autoridade, que ninguém seguia nem seguiu. Foi toda administrativa a sua missão de governar, e neste ponto os vinte e três relatórios que dirigiu ao Governo e apresentou à Junta Geral em muitas sãs suas sessões, que existem publicadas, são o mais elogioso pregão das suas altas faculdades e zelos do interesse pelos progressos distritais. Os 17 de governo do Dr. Felix Borges foram aqueles em que mais se desenvolveu o Distrito de Ponta Delgada:
Fundou – se o Liceu.
Foi criada a repartição de obras públicas, que logo começou a tratar da viação e portos de Santa Iria e Capelas.
Estabeleceu-se a ligação a vapor entre Lisboa e os Açores.
Extinguiram-se os dízimos.
Aboliram-se os morgados.
Obteve-se a livre cultura e fabricação de tabaco, pensamento iniciado 40 anos antes pelo desembargador Vicente José Ferreira Cardoso.
Inauguram-se em Setembro de 1861 os trabalhos do Porto Artificial, um secular desejo dos micaelenses.
Multiplicaram-se as escolas primárias oficiais e municipais.
Começou a construção do antigo edifício balnear das Furnas.
Extinguiu com as masmorras que existiam nos baixos do Paço Municipal de Ponta Delgada.
Em nota de curiosidade, foi também o Dr. Felix Borges que ofereceu à Ribeira Chã no ano de 1853 a imagem de São José. Essa imagem pertencia ao extinto convento da Conceição, hoje Palácio da Conceição.
Informação retirada das obras:
Biblioteca Açoriana 1º e 2º Volume
Album Açoriano pg. 180
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